26.6.10

Ando novamente numa fase de revivalismo (até parece que sou muita velha...!), mas de vez em quando sabe bem recordar a nossa infância, ainda que naquela altura nos parecesse tudo muito mau...

Já passei pela fase da música (continuo a não conseguir viver sem ouvir a velha e boa música dos anos 80 quase todos os dias), mas agora passo pelos programas que costumava ver.

Primeiro foram os Turbo Rangers, os originais. Hoje são os desenhos animados 'Os três mosqueteiros' (e sim não é a série do Dartacão...). Se não me engano, passava na RTP2 à hora do almoço e eu via quando regressava da escola. Costumava ser um dos melhores momentos do dia e ansiava pelo próximo episódio... Pelo menos é do que eu me lembro...

 

Bem, segundo consegui saber, a série é de 1987 e iniciou a sua exibição no programa 'Agora escolha', apresentado por Vera Roquette. Esta adaptação da Gakken não é fiel ao livro de Alexandre Dumas e foi dirigida por Kunihiko Yuyama (Aramis era uma rapariga...) . É composta por 52 episódios. Para admirar, era dobrada em português (éramos dos poucos países portugueses que até há bem pouco tempo praticamente não tinha nenhum dos seus programas dobrados). As vozes eram de Miguel Guilherme como D'Artagnan, José Pedro Gomes como Athos, Carlos Freixo como Aramis e José Raposo como Porthos.

 

 

 

Podem saber mais informações aqui.

 

link do postescrito por anid, às 21:33  opina à-vontade

24.6.10

Anteontem enquanto fazia a distribuição de correio no meu giro, subi um prédio com escritórios de advogados e como tal demorei mais um pouco (correio registado necessita de assinaturas e etc)... Bem, o certo é que como demorei muito, o barulho ensurdecedor de um cão a ganir ferozmente provocou-me dores de cabeça, dores de barriga e uma autêntica revolta com a crueldade de tal pessoa ou pessoas que pudessem fazer tal coisa a um animal. Parecia que o estavam mesmo a matar... Pior ainda estava, pois naquela zona da rua há um cão preto de porte grande que não tem dono, mas que como não faz mal a ninguém tem uma quantidade enorme de pessoas que se afeiçoaram a ele... Há até uma oficina que tem lá dois pratos com água e comida...

 

Quando desci para a rua, vi o cão sossegadinho no seu canto. Fiquei mais calma porque nada lhe tinha acontecido, mas vi um amontoado de pessoas que sussurravam entre elas. O que tinha acontecido afinal perguntei.

 

Do outro lado da rua, um homem com muito mau aspecto, com os seus trinta anos, estava rodeado de pessoas que estavam revoltadas contra ele. Tinha sido ele a bater no seu cão, que pelo que ouvi era um caniche pequeno. As pessoas chamaram a polícia e ainda ouvi dizer que houve dois jovens que entraram pela casa adentro dele para lhe tirarem o animal.

 

Como é possível alguém fazer isso a um animal? Como é possível alguém sequer pensar fazer mal a um animal?

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 15:03  cusquices (2) opina à-vontade

19.6.10

Esta semana parecia não acabar e o dia de ontem foi o pior. Acordei com dores de cabeça e fiquei logo mal disposta para ir para o trabalho. Bastava dar um passo para sentir a cabeça a latejar fortemente e durante grande parte da manhã lá foi assim.

Para além disto, ontem as coisas não correram lá muito bem. Havia pouco correio - o que é de estranhar, pois a zona que faço é uma zona habitacional -, mas havia bastantes pacotes para entregar. O problema é que ontem as pessoas tinham ido todas passear e então andei com dois pacotes de fraldas atrás de mim o dia todo. Ainda assim, tive tempo para quase cair por duas vezes por causa dos passeios que são incertos e ainda deixei cair cartas ao chão. A sorte é que não havia vento...

 

O que havia para correr mal no último dia da semana correu... E eu que ansiei tanto pelo fim da semana...

link do postescrito por anid, às 11:39  opina à-vontade

13.6.10

Esta noite, que não foi bem noite, deitámo-nos já passava das seis da manhã. E não foi termos ido para a farra...

Juntámo-nos doze pessoas a jogar póquer e uma - eu - como observadora... Começámos já passava das onze da noite e durou horas. Mas foi bem divertido. Foram algumas pessoas com quem mal tínhamos contacto e outras que nem conhecíamos e demo-nos todos bem.

 

Foi uma autêntica noite de fair-play!

Vejam mais destas!!!

 

link do postescrito por anid, às 15:30  cusquices (2) opina à-vontade

10.6.10

Pois e, aqui em casa andamos viciados no Facebook e nos muitos joguinhos que tem para nos oferecer e em outras aplicações que tem. Porém, ao contrário do que se ouve dizer, é engraçado como fora da internet os amigos mais próximos discutem o que fazem e o que não fazem...

 

Ainda ontem à noite estávamos com um casal amigo nosso e estavamos a conversar sobre o jogo principal que nos move, o Farmville, e uma aplicação chamada 'friend interview' e a rir-nos com isso. Com os amigos mais próximos, isto não nos afasta, acho que nos aproxima ainda mais...

 

Qual é a vossa opinião em relação ao facebook?

link do postescrito por anid, às 15:16  cusquices (1) opina à-vontade

7.6.10

Depois de uma algo agitada noite de póquer cá em casa há uns meses, perdi a vontade de jogar póquer e como consequência desta agitada noite, acabámos com o nosso torneio, que por acaso estava a chegar ao fim.

 

Agora, em vez de fazermos uma espécie de campeonato (já tínhamos nome e logótipo e tudo...), um amigo convida uma série de pessoas e faz uma espécie de torneio single como se de um casino se tornasse. Tudo na maior paz... E tudo muito profissional, pois há regras a cumprir...

 

Este sábado, então, voltei a jogar póquer, mas como foi uma situação em que não havia nada em jogo, apenas o divertimento entre amigos, apeteceu-me. Mas já não senti o mesmo entusiasmo que tinha... Não sei explicar bem porquê...

link do postescrito por anid, às 17:20  opina à-vontade

3.6.10

Por estes dias, enquanto estava a entregar correio dentro de um prédio, chegou um morador ao pé de mim e questionou-me se havia correio para ele. Nada de extraordinário. Mas quando estava mesmo a terminar, entra um fulano mais novo, seu conhecido.

- Então, rapaz, está tudo bem? - perguntou.

- Podia estar melhor. - respondeu o fulano.

O primeiro ficou confuso e perguntou o que se passava e o outro lá lhe respondeu.

- É a avó que está no hospital.

- O quê? - perguntou o morador, preocupado.

Deduzi que a dita senhora era lá moradora ou pelo menos amiga do senhor.

Mas o jovem tratou de esclarecer imediatamente.

- Não, não é a minha. É a avó da minha namorada.

 

link do postescrito por anid, às 13:13  opina à-vontade

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